RESENHA | "Exterminador do Futuro: Destino Sombrio" dá novo gás à franquia • MAZE // MTV Brasil
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RESENHA | “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” dá novo gás à franquia

Luiz Henrique Oliveira3395 views
RESENHA | "Exterminador do Futuro: Destino Sombrio" dá novo gás à franquia

Destino Sombrio faz parte de uma tendência de volta de franquias que foram, de certa forma, ressuscitadas pela indústria hollywoodiana. Star Wars, Jurassic Park, Halloween, entre tantas outras formam um cinema de saudosismo.

Quem vem na esteira dessa renovação de franquias é Exterminador do Futuro. Depois de vários anos, James Cameron (produtor e diretor dos dois primeiros filmes Terminator) finalmente conseguiu recuperar os direitos sobre a história e decidiu produzir uma continuação direta de Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final, estrondoso sucesso de 1991.

RESENHA | "Exterminador do Futuro: Destino Sombrio" dá novo gás à franquiaOptou por não dirigir, ocupado que está com os novos filmes de Avatar, mas ainda comandou a pós-produção, dando o corte final e a forma definitiva do trabalho dirigido, no set, por Tim Miller – o mesmo de Deadpool. Assim, nasceu Destino Sombrio.

Foi a melhor coisa que Cameron fez: esta é a melhor sequência da franquia desde seu próprio filme em 1991. Aproveitando o momento revisionista, o produtor apagou do cânone da franquia os últimos três longas, que fracassaram na bilheteria e no gosto popular.

Literalmente ele recomeçou tudo, e trazendo de volta personagens icônicos como Sarah Connor, interpretada mais uma vez por Linda Hamilton.

Destino Sombrio cumpre bem o papel de reviver a franquia. Dessa forma, encontramos personagens conhecidos em situações que aparentemente já vimos antes. Isso é proposital: a ideia é apelar para a memória afetiva dos espectadores. Assim, quem assistiu os dois primeiros filmes vai encontrar várias referências a essas obras.

Todas as chaves do saudosismo são viradas em Destino Sombrio. Arnold Schwarzenegger brigando com ciborgues: temos. Linda Hamilton com uma bazuca: temos também. Cenas de ação na estrada: é claro. Frases icônicas sendo repetidas: lógico. E isso está longe de ser ruim. Dessa forma, o filme ganha muitos pontos com a platéia.

Veja a crítica completa no vídeo abaixo.

Luiz Henrique Oliveira
Nasceu no interior de São Paulo em 1986 e escreve sobre cinema em blogs desde 2004. Curte drama, comédia e ficção científica, mas ama mesmo O Poderoso Chefão. Tem interesse no mundo geek, em música brasileira e pode ser facilmente confundido com o Chico Bento pelas ruas da capital paulista.