30 anos de "Dirty Dancing": 10 fatos sobre uma das trilhas sonoras mais icônicas do cinema • MAZE // MTV Brasil
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30 anos de “Dirty Dancing”: 10 fatos sobre uma das trilhas sonoras mais icônicas do cinema

João Batista628 views

Quem viveu os anos 80 e/ou é apaixonado(a) por filmes e suas trilhas sonoras, certamente conhece o peso influente que “Dirty Dancing: Ritmo Quente” tem na história das tramas românticas nas telonas. Estrelado por Patrick Swayze e Jennifer Gray, o filme é um clássico atemporal que ficou marcado na memória de jovens oitentistas e cinéfilos, e boa parte disso tudo se dá conta pela sua trilha sonora totalmente marcante: afinal de contas, impossível associar “(I’ve Had) The Time Of My Life” a outra coisa que não seja o longa.

Para comemorar os 30 (!) anos que o filme completa em 2017, a vitrine virtual UmSóLugar levantou uma lista com 10 fatos que fizeram com que as canções de “Dirty Dancing” jamais saíssem de nossas cabeças.

4 de agosto de 1987

Numa ousada jogada de marketing, a trilha sonora de Dirty Dancing saiu, na verdade, antes do lançamento do longa nos Estados Unidos, mais especificamente no dia 4 de agosto de 1987.

1º Oscar

O filme ganhou o Oscar de Melhor Canção Original, pelo sucesso “(I’ve Had) The Time of My Life”, de 1987. Naquele ano, o longa concorria com as músicas-tema dos igualmente famosos filmes Um Tira da Pesada II, Um Grito de Liberdade, Manequim e A Princesa Prometida.

Grammy, em 1988

A música “(I’ve Had) The Time of My Life” também levou o Prêmio Grammy de 1988 de Melhor Performance Pop por um Duo ou Grupo com Vocais. Naquele ano, a balada de Dirty Dancing desbancou nada menos que a super popular “para bailar la Bamba se necesita una poca de gracia…”, interpretada pela banda Los Lobos.

18 semanas no topo das paradas

Nos Estados Unidos, o álbum passou 18 semanas no topo da lista da Billboard 200 – trunfo que o mantém até hoje entre os top 10 títulos capazes de alcançar tal façanha, ao lado de Thriller (1983), de Michael Jackson, e 21 (2011), de Adele, entre outros. O disco ainda levou o prêmio multiplatina em vendas.

32 milhões de cópias

O álbum Dirty Dancing vendeu, em média, 32 milhões de cópias. O ano de 1987 também foi marcado por outros lançamentos recordes em vendas, mas todos foram atropelados pela trilha do longa, como os discos Appetite for Destruction, de Guns N’ Roses (30 milhões de cópias), The Joshua Tree, do U2 (25 milhões de cópias) ou Faith, de George Michael (20 milhões de cópias).

#03 na Billboard

“She’s Like the Wind” bateu o terceiro lugar no ranking de singles da Billboard. Interpretada por Patrick Swayze, ela entrou para o álbum que acompanharia o longa depois que o próprio ator apresentou uma demo da canção à produtora Linda Gottlieb e ao diretor Emile Ardolino, que amaram a letra e resolveram incluí-la na trama.

11 semanas no Hot 100

Em 2004, o lançamento da trilha sonora para a sequência do filme, “Dirty Dancing 2: Noites de Havana”, impactou menos o público. O título alcançou apenas o 46º lugar, após 11 semanas na tabela de singles e lançamentos da Billboard.

Edição de 20 anos

Em outubro de 2007, a RCA Records lançou uma edição especial do álbum, para comemorar o 20º aniversário do filme. A obra contava com versões remasterizadas das canções originais, faixas adicionais e um DVD com material comercial e fotos de sua produção.

Autobiografia de Bill Medley

Bill Medley, um dos intérpretes de “(I’ve Had) The Time of My Life”, intitulou sua autobiografia com o mesmo nome da música. Quando gravou o single, o cantor já era conhecido por canções como “You’ve Lost That Lovin ‘Feeling” e “Unchained Melody”, que também deixaram sua marca, ainda na década de 60, mas nada comparado ao que o sucesso de Dirty Dancing trouxe para a sua carreira.

De volta a 1984

A música “She’s Like The Wind” foi originalmente escrita para o filme A Volta por Cima, de 1984, numa co-parceria entre o próprio Patrick Swayze e o compositor norte-americano Stacy Widelitz. A canção acabou não sendo utilizada no longa e Dirty Dancing teve a honra de fazê-la brilhar.

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Uma nostalgias dessas, né bicho?

João Batista
Dono, idealizador e fundador do labirinto. Genioso, carioca que não sabe sambar e amante da cultura pop desde 1991.